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Como a tecnologia aumenta a arrecadação da sua procuradoria

Como garantir que as Procuradorias zelem pelo dinheiro público?

Como garantir que as Procuradorias zelem pelo dinheiro público?

eBook Como garantir que as Procuradorias zelem pelo dinheiro público

Ainda que o crescimento econômico esteja sendo retomado aos poucos no Brasil, este continua sendo um momento pelo qual as Procuradorias devem atentar para as contas públicas.

O rombo de R$ 14,42 bilhões no primeiro semestre de 2018, segundo o Banco Central (Bacen), representa um déficit primário equivalente a 0,43% do Produto Interno Bruto (PIB). Os números desta análise demonstram que governo federal, estados, municípios e empresas estatais gastaram mais do que deveriam e arrecadaram menos do que poderiam.

Respeitadas as hierarquias, são as Procuradorias quem fazem o controle jurídico do equilíbrio entre o conjunto das despesas e a soma das receitas com impostos e contribuições, junto das Secretarias da Fazenda de cada nível da administração pública. Uma série de medidas podem ser tomadas a fim de aumentar a arrecadação da cidade e diminuir os gastos da prefeitura.

Esta é a temática central do eBook “Como garantir que as Procuradorias zelem pelo dinheiro público?”. Nele, explicamos a importância do cuidado com o dinheiro público, damos orientações de como equilibrar a balança de arrecadação e gastos a partir de dicas específicas para a Execução Fiscal, o Contencioso e o Consultivo e ainda salientamos o impacto que a tecnologia tem neste contexto.

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Por que cuidar das contas públicas

As administrações públicas, por meio das Procuradorias e das Secretarias da Fazenda, devem fazer a gestão do dinheiro público aplicado em contas públicas porque, como os próprios nomes dizem, pertencem ao povo. Servir ao interesse público é, aliás, o motivo pelo qual as Procuradorias exercem suas funções. Essa atuação é uma garantia de que o orçamento será convertido em obras e investimentos para a sociedade.

As Procuradorias, em especial as municipais, devem ter sempre em mente a gestão inteligente dos gastos públicos. Isso porque são as mais afetadas pela crise fiscal. Se não voltarem os esforços para arrecadar mais e gastar menos, terão as próprias atividades comprometidas em um contexto que já é desafiador para procuradores e procuradoras.

O surgimento da tecnologia se deu para que se tenha um maior suporte às pessoas em suas atividades repetitivas. Assim, é correto pensar que o dinheiro público será melhor administrado onde existem ferramentas específicas de gestão que automatizam determinadas tarefas. Com isso, recurso intelectual é empregado em atividades mais estratégicas e que demandam um esforço cognitivo maior, o que pode converter em mais agilidade e assertividade nas tarefas complexas.

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